Rede Social

Navegação


Links Patrocinados


Links Recomendados


Outros Links


Bem-vindo, visitante ( Entrar | Registrar )


Seja bem vindo visitante!

Olá seja bem vindo ao Verdinhas. Somos uma comunidade jovem e vibrante. Rapidamente estamos nos tornando referência nacional e internacional para webmasters, investidores e empreendedores online - algo singular para língua portuguesa.

Em pouco tempo atingimos a marca de mais de 7.000 usuários registrados e acima de 1.500 visitas únicas diárias. Temos PageRank 3 e estamos entre os 6.000 sites mais visitados e ativos do Brasil e entre os 4.000 em Portugal.

Junte-se a nossa comunidade! NÓS QUEREMOS VOCÊ!


 
Reply to this topicNew Topic
Matérias Na Rede Sobre Bitcoin, G1 + Techmundo
trend
post Dec 15 2011, 11:19 AM
Post #1


Experiente
Ícone do grupo

Grupo: Suporte
Posts: 1.064
Registrado: 6-October 08
De: Campo Grande - MS
Membro N°: 13.093
País: Brasil
Interesse: Dinheiro online
Investidor: Conservador
iTrader: 0 (0%)
Pontos: $125 Verdinhas
Exibir inventário




Conheça o Bitcoin, dinheiro virtual usado até em site de venda de drogas
O “bit” no nome Bitcoin não tem apenas relação com o fato de a moeda ser “virtual” – afinal, em uma época com tantos cartões de crédito e mais números em contas bancárias do que papel, a “virtualidade” do dinheiro não poderia ser um privilégio do Bitcoin. O “bit” vem do “BitTorrent”, uma rede ponto a ponto (P2P), sem um ponto central, em que essencialmente cada internauta participante tem o mesmo valor e é anônimo. O Bitcoin não tem uma central de gerenciamento, diferente das moedas como o real, que é gerenciada pelo Banco Central. Para garantir a segurança, o Bitcoin utiliza um complexo esquema matemático de criptografia.


O G1 conversou com Amir Taaki e Donald Norman da Bitcoin Consultancy, uma organização destinada a promover o uso de Bitcoin fora dos círculos de especialistas em tecnologia. Eles contam que moedas do Bitcoin, abreviadas como “BTC”, já podem ser compradas e trocadas em algumas organizações de câmbio. Para isso, há sites que avaliam o mercado das Bitcoins – que está atualmente instável devido ao inconstante fluxo de participantes.

O ideal é que pessoas ofereçam serviços e produtos legítimos e aceitem Bitcoins como pagamento, para depois trocar pela moeda padrão do seu país ou comprar outros serviços e produtos com o Bitcoin, criando essencialmente uma economia de Bitcoins.

A rede do Bitcoin possui um banco de dados que se expande em blocos, gerados, em média, a cada dez minutos. Esse bloco de dados contêm todas as transações realizadas, ou seja, embora os participantes da rede do Bitcoin sejam anônimos, todas as trocas de moedas ficam abertas. É uma medida de segurança necessária para que as moedas do Bitcoin não sejam gastas duas vezes. Os blocos podem ser vistos no site Block Explorer, onde pode ser visto o “caminho” das moedas BTC, que fica registrado nesse banco de dados.

Cada bloco gerado depende de uma complexa fórmula matemática criptográfica realizada com base no bloco anterior. Com isso, os blocos formam uma corrente e ninguém pode corromper o banco de dados, já que é possível verificar se um bloco é legítimo ou não com base nos demais, até chegar ao primeiro bloco (chamado de “bloco da gênesis”). Com isso, uma pessoa não pode gerar transações ou moedas falsas.

Os participantes da rede do Bitcoin que fazem essas complexas contas matemáticas para verificar as negociações são recompensados com novas moedas BTC, de certa forma sendo “pagos” por um “trabalho”. Por volta de 2030, porém, a criação de novas moedas será praticamente nula e pode ser preciso pagar alguma “taxa” por cada negociação feita no Bitcoin, para dar incentivo a esses membros da rede que deixarão seus computadores ligados o tempo todo para resolver essas fórmulas – isso se não houver outros incentivos para manter rede funcionando sem taxas.

Ou seja, embora as partes envolvidas em uma troca de Bitcoins possam ser anônimas, a negociação em si e seu valor precisam ser registradas.

O Bitcoin tem sido divulgado como uma maneira de “gerar” dinheiro em P2P, mas isso, segundo os especialistas, não é o principal. Isso porque “gerar dinheiro”, que necessita da verificação das negociações feitas em BTC, está se tornando uma atividade tão intensa que computadores domésticos comuns já não são rápidos o suficiente. “Tem gente colocando as placas dentro de gelo [para poder fazê-las rodar mais rápido]”, informa Taaki. Mesmo assim, a quantia gerada é pequena e só tende a cair.

“Algumas pessoas estão calculando o valor do Bitcoin pelo custo da eletricidade de geração de uma moeda”, diz Norman, “mas isso não é apropriado, porque quem não verificar as negociações [usando pouca energia] não será recompensado”.

Liberdade global
O Bitcoin ganhou notoriedade por estar sendo usado em um mercado negro chamado Silk Road, onde participantes podem comprar qualquer droga e até sementes anonimamente. Mas isso, segundo Amir Taaki, um desenvolvedor do Bitcoin que conversou com o G1, não é o real objetivo da moeda. “Seria uma pena se o Bitcoin fosse considerado ilegal ou atacado por causa de concepções sem fundamento”.

Taaki liga o Bitcoin a tecnologias como o PGP, usado na codificação de e-mails, as redes P2P e, recentemente, ao Wikileaks. “Tecnologias subversivas são sempre atacadas de alguma forma. Agora, estamos vendo o mesmo os ataques ao Bitcoin nos últimos dias, dizendo que é só usado para comprar drogas. Não estão expandindo a discussão para os aspectos positivos do Bitcoin para a mudança social”.

O programador conta a história de um amigo que mora no Irã e que contribui muito para o desenvolvimento de software livre e que, apesar disso, não pode participar na economia global. “Ele está sendo restringido por uma lei injusta feita por um político para atacar outro político”, desabafa.

No Brasil
O G1 ouviu dois advogados, Omar Kaminski e Fernanda Pascale, especialistas em direito de informática. Kaminski comenta que “não há legislação específica” e decisões já tomadas pelos tribunais se limitam a casos envolvendo internet banking ou cartões de crédito, não havendo um caso envolvendo o Bitcoin para citar. Até o momento, não há maneira de trocar BTCs diretamente por reais.

No entanto, os dois especialistas concordam que, se duas partes resolvem aceitar o Bitcoin, trata-se de uma relação contratual. “Se as partes envolvidas concordam que determinado produto ou serviço será pago por meio de Bitcoins e não em moeda corrente, trata-se de um contrato entre elas, com plena validade legal”, afirma Pascale, que é sócia de Leonardi Advogados.

Pascale destaca que o Bitcoin pode ser útil para pessoas em países totalitários que precisam de privacidade e observa que há usos potenciais de abuso para o Bitcoin, como o caso da venda de drogas no Silk Road. “Mas isso também ocorre com dinheiro em espécie, cujo uso ninguém, felizmente, pensou em proibir apenas porque pode ser utilizado para atividades ilegais”, complementa.

Uma questão essencial do Bitcoin, apontam os advogados, é a falta do “lastro governamental”, ou seja, a garantia para ser aceito no pagamento de dívidas. “Ele tem valor até deixar de ter valor”, resume Kaminski. Para ter esse valor, é preciso achar organizações dispostas a trocar BTCs por outras moedas, ou haver uma ampla gama de serviços e produtos à venda em Bitcoins.

“A conversão de Bitcoins em dinheiro real implica na utilização de "corretores" estrangeiros, cuja reputação ainda é desconhecida”, adverte Pascale, que fala ainda de mais um problema para quem se sentir lesado em uma negociação com Bitcoins: “os tribunais terão grande dificuldade em compreender o conceito de uma moeda criptográfica”.

Vc pode ver a matéria na íntegra em:
http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/201...-de-drogas.html


Bitcoin: o dólar da internet
Moeda corrente da web não usa bancos centrais e pode ser trocada sem intermediários. Será o fim da desvalorização do seu rico dinheirinho?

A facilidade das compras online atrai cada vez mais clientes interessados em passar boa parte do tempo na frente do computador, recebendo os produtos na porta de casa. Não é à toa que sites como o PayPal conquistam cada vez mais usuários, que usufruem dos serviços para assegurar a facilidade do processo.

Porém, as compras digitais parecem estar prestes a receberem uma nova guinada, dessa vez em relação ao dinheiro gasto nas compras. Você já ouviu falar em “dinheiro digital”, não exatamente aquele que sai do cartão de crédito diretamente para a loja online, mas sim uma moeda web?
Bitcoin

Explicando em termos simples, a Bitcoin (BTC) é uma moeda digital criada por computadores e usada em transações na web. Porém, diferente do que acontece com o seu dinheiro, as moedas criadas não usam bancos, mas sim são passadas de mão em mão sem a ajuda de intermediários.

Para isso, o sistema se utiliza de um programa de código aberto, que mostra todas as transações realizadas, porém, sem gerenciar o dinheiro (como acontece quando o Banco Central está envolvido). Da mesma forma, o sistema também não é capaz de controlar o câmbio, comprando-as quando estiverem desvalorizadas para conter qualquer tipo de crise.
Criando sua Bitcoin

Criada em 2009 por Satoshi Nakamoto – logo após a crise mundial que afetou boa parte das nações – a Bitcoin é criada usando o seu próprio computador, por meio de uma rede P2P (peer-to-peer). Basta instalar o programa das moedinhas no computador (seja ele Windows, Mac ou Linux) para iniciar o processo.

Uma vez funcionando, o sistema vai criar novas moedas usando o processamento do seu computador para isso. Pense que você está sendo “pago” pelo serviço realizado pelo computador, já que ele funciona para toda a comunidade adepta das Bitcoins.

Porém, a “mineração virtual” não será rentável para sempre, já que é preciso controlar as moedas de alguma forma. Por isso, quanto mais pessoas entrarem na criação das BTC, menos dinheiro o processo de criação de moedas vai render.

A rede conta com um banco de dados que se expande a intervalos de tempo determinados, usando cálculos matemáticos. O computador vai “resolver” os problemas numéricos, criando novas moedas e gerenciando as transações financeiras. Apesar de ser uma transação anônima, os usuários podem ver todo o “caminho” realizado por uma BTC, garantindo que ela não seja gasta duas vezes.
A carteira virtual

Quando você entra na comunidade monetária, seus ganhos serão armazenados em uma “carteira” virtual. Ela nada mais é do que um número arbitrário de chaves que vai “identificar” você quando realizar qualquer transação com bitcoins.

Apesar de não mostrar seus dados para outros usuários, você pode ter ainda mais privacidade criando diversas carteiras de identificação. Afinal, todas as trocas aparecem no Block Explorer, local que controla as transações.

As carteiras (também chamadas de chaves públicas) podem ser visualizadas por qualquer pessoa. Quando você quiser transferir uma quantia para outro usuário, basta ceder a propriedade das suas moedas, colocando-as na “carteira” daquela loja ou do local em que você quer adquirir produtos.

A seguir, a transação será comunicada por meio da rede P2P, que vai processar essa informação e validar tanto as assinaturas criptográficas quanto a quantia compartilhada entre os participantes. As transferências podem demorar um pouco para acontecer, já que os dados precisam passar pela corrente em blocos antes de se tornarem oficiais.

Isso previne que haja falsificação e gastos duplos por parte de cidadãos mal-intencionados, garantindo a segurança do sistema. Ao final do processo, o dinheiro sairá da sua chave pública e será passada para outra chave, garantindo a privacidade dos usuários.
Qual é o limite?

Porém se você pensa que só é preciso deixar o computador ligado para se tornar um “bitmilionário”, as coisas não funcionam bem assim. O sistema limita a criação de moedas a cada etapa em um máximo de 50, que são distribuídas de acordo com o processamento de cada participante.

Todavia, os criadores também estipularam um valor máximo de 21 milhões de bitcoins geradas no mundo, o que reduz as chances de um espiral inflacionário, como aconteceu na última crise mundial.

O sistema reajusta o nível de dificuldade de criptografia de acordo com o processamento coletivo da rede, portanto, quanto mais perto chegar desse número, mais difícil será conseguir BTC na mineração virtual.

Em longo prazo, o que se espera é que a criação de bitcoins chegue à metade do total em 2013 e cerca de três quartos em 2017. A ideia é que, quando esse total for atingido, o incentivo para o uso das BTC esteja nas taxas de transação, em vez da mineração em si.
Onde gastar

Apesar de se tratar de um sistema relativamente novo, as bitcoins são aceitas em diversos mercados. De acordo com o os desenvolvedores, você pode comprar jogos, softwares, servidores, livros, música, roupas, doações e muito mais.

Vantagens

Com a descentralização das transações de bancos e governos, a bitcoin promete algumas vantagens interessantes para quem procura fazer valer seu dinheiro. Antes de tudo, a transferência de dados diretamente entre usuários diminui os impostos a serem pagos, já que não há intermediários responsáveis pelas taxas no meio do “caminho”.

Por se tratar de uma moeda considerada “global”, a BTC aumenta as possibilidades de que qualquer lugar do mundo faça parte do mundo globalizado. Sem as fronteiras geográficas, aprovações de crédito ou congelamento de contas, as bitcoins ficam livres de restrições comumente associadas ao dinheiro, portanto, podem ser gastas em qualquer lugar.

Desvantagens

Claro que toda ideia diferente da web possui seu lado positivo, porém é preciso ver também o lado negativo das bitcoins. Uma das desvantagens está ligada exatamente à segurança, algo tão importante para um bom funcionamento do processo.

Em caso de roubos, por exemplo, não existe uma forma de rastrear as moedas perdidas ou “estornar” qualquer transação realizada. Mesmo que o Block Explorer mostre, de fato, todas as transações ocorridas, a privacidade das carteiras criptografadas também é vantagem para quem quer roubar sem ser identificado.

No início do mês foram relatados roubos de bitcoins na rede, usando um vírus de computador. Um usuário, que se identifica pelo nome “allinvain”, teve sua carteira roubada, perdendo cerca de 25 mil moedas (o equivalente a 800 mil reais). No mesmo dia, outro usuário veterano também relatou roubos, porém na Mt. Gox (entidade que realiza câmbio de bitcoins por dólares).

Para se ter uma ideia de toda a confusão, o valor de compra das BTC na Mt. Gox caiu de US$ 17,50 para apenas um centavo de dólar. Apesar de a perda ser de apenas 1.000 BTC (limite máximo por dia), a casa de câmbio afirma que vai reverter todas as transações realizadas após a grande venda da carteira roubada, assegurando que o erro não tenha um impacto profundo na economia das bitcoins.

flutuação constante do valor das bitcoins, aliada à falta de segurança na troca das moedas por “dinheiro real”, transforma a economia em algo que desperta a desconfiança de muitos. Para alguns, as bitcoins representam uma bolha prestes a explodir, devido a sua irregularidade, à falta de uma centralização de “poder” e ao anonimato dos usuários.

É exatamente esse anonimato que trouxe outra polêmica para as bitcoins, já que as moedas estavam sendo usadas para compras ilegais de drogas e outros produtos ilícitos. Pode não ser esse o objetivo das bitcoins, porém é mais um ponto negativo a se considerar.
O futuro das bitcoins

Por se tratar de uma economia nova e pouco explorada, ainda não se sabe qual será o futuro das bitcoins. Enquanto alguns a colocam como um navio prestes a afundar, outros acreditam que ela pode revolucionar a economia da mesma forma que o Torrent influenciou a indústria musical.

Entretanto, o que se pode afirmar é que a BTC ainda precisa se firmar como uma moeda “forte” e estável, que não sofre ataques de vírus ou especulações de qualquer ordem. Ou que, pelo menos, consegue “escapar” desse tipo de atividade ainda mais valorizada, despertando o interesse por partes dos usuários.

Matéria na íntegra em:
http://www.tecmundo.com.br/10951-bitcoin-o...da-internet.htm
--------------------
Go to the top of the page
 
+Quote Post

Reply to this topicNew Topic
1 usuário(s) está(ão) lendo este tópico (1 visitantes e 0 usuários anônimos)
0 membros:


 

Skin designed by IPB Forum Skins

Verdinhas PageRank